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História do Município de Poconé

Fundada por Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres.

Apesar da precariedade de comunicação da época, a abundância de ouro atraiu muita gente a região. As descobertas das lavra de Ana Vaz, Tanque do Padre, Lavra do Meio, Tereza Botas e outras provocou desenfreada corrida ao ouro.

A ida as minas de ouro deu-se tão logo se espalharam as noticias sobre a quantidade do ouro encontrado. Apesar das dificuldades inerentes à época, não surgiram impedimentos para o crescimento populacional, que contribuiu para a modificação do espaço de povoado e a sua elevação à categoria de arraial, em 21 de janeiro de 1871, com a denominação de São Pedro d’El Rey, em homenagem a Dom Pedro III, rei de Portugal.

A não permanência do termo "Beripoconé", que era referência ao antigo povo indígena que vivia na região, se deve ao fato, obviamente contrariava a hierarquia da realeza e o poder político-econômico-social, enquanto metrópole.

Em decorrência do esgotamento do ouro aluvial, a população garimpeira inicio o processo de abandono do povoado, indo fazer o que bem sabiam em outras regiões. Permaneceu o povo que dedicou-se à agricultura e pecuária, que, por sua vez, propiciou um povoamento mais sedentário e evidentemente um novo surto econômico, importante para o arraial, apesar de sua singularidade para a casta portuguesa, pois visava o abastecimento do mercado interno e, por conseguinte, os lucros provenientes de suas negociações permanecia no lugar. Por isso, é provável que pouco tenha sido o empenho da autoridades lusas em seu desenvolvimento.

Através de Resolução Régia, de 9 de agosto de 1811, o arraial de São Pedro d’EL Rey, foi elevado a categoria de distrito, como território jurisdicionado ao município de Cuiabá.

O Decreto-Lei Provincial, de 25 de outubro de 1831, crio o município de Poconé. Era portanto, o quarto município criado na província de Mato Grosso, tendo seu território desmembrado do município de Cuiabá. Porem permaneceu pertencendo a comarca cuiabana até 1840. Em 01 de junho de 1863, através da Lei Provincial nº01, Poconé recebeu foros de cidade.

À medida que a pecuária poconeana foi sendo desenvolvida, o município passou a ocupar posição de destaque no Estado, tornando-se um dos principais centro produtores de gado de Mato Grosso. Esta seqüência econômica teve seu ritmo interrompido por dois motivos: Guerra do Paraguai e epidemia de varíola, que grassou no município.

Durante o período da Guerra do Paraguai, o município de Poconé, famoso por abrigar um dos maiores rebanhos bovino de Mato Grosso, prestou um grande serviço a nação: forneceu gado e cavalos para o abastecimento das tropas do exercito brasileiro. Esse fato permitiu que o nome de Poconé fosse sinônimo de gente patriótica e de espirito nacionalista.

O gado era vacum e o cavalo, o famoso "Pantaneiro", que no passado serviu de montaria para índios Kadiwés, remanescentes dos guaicurus, célebres cavaleiros. A maioria absoluta de eqüinos que assimilaram o ecossistema pantaneiro, veio da região espanhola de Andaluzia, trazidos por castelhanos, nos porões de navios, para servir em terras do Novo Mundo pertencentes ao Reino de Castela, em meados do século XVI.

Apesar da demonstração de apego às causas nacionais, não foi somente como centro abastecedor de bovinos e eqüinos que Poconé ficou conhecido neste período de movimentação bélica fronteiriça.

O tenente Antônio João Ribeiro, um dos principais heróis da Guerra do Paraguai, nasceu em Poconé, no dia 24 de novembro de 1820. ( "24/11/1823" )

O tenente Antônio João – como ficou conhecido – morreu defendendo sua pátria em uma trincheira no atual município de Dourados, no Estado de Mato Grosso do Sul, na época pertencente a província de Mato Grosso.

Este bravo militar, símbolo da bravura do exercito brasileiro e mato-grossense, comandava a colônia militar de Dourados, no período em que a província foi invadida por tropas paraguaias. Ele e mais onze companheiros resistiram bravamente aos homens comandados pelo major Martins Urbieta _- do Paraguai.

Ficaram registradas nos anais da história as últimas palavras do bravo herói como "...Sei que morro, mas meu sangue e dos meus companheiro servirão de protesto solene contra a invasão do solo de minha Pátria." Em sua homenagem foi erguida na praça Vermelha, na cidade do Rio de Janeiro, comemorativo ao seu ato heróico.

Antes do advento da República, a vida poconeana passava por um período de calma sem maiores transtornos, porem este quadro de tranqüilidade mudou no ano de 1889, quando da proclamação da Republica, os conflitos políticos, entre monarquistas e republicanos abalaram a sociedade poconeana de cunho eminentemente patriarcal. Após a consolidação da Republica, que foi responsável pela solução dos impasses criados pelas contradições entre os poderes executivo e legislativo, resultou o predomínio em três esferas do poder executivo; federal, estadual, municipal, em virtude da disputa pelas oligarquias locais. A partir daí Poconé voltou ao seu processo normal de desenvolvimento, conseguindo reconquistar seu prestigio bi-secular.

Na década de 1930, Poconé mas uma vez destaca-se no cenário político-social-religioso, pela luta do poder entre os constituicionalistas, que formavam o grupo de oposição e os aliancistas, os da situação.

Esse tipo de conflito evidenciou-se no arraial do "Tanque Novo", no território do município de Poconé. Esse lugar foi invadido por forças policiais no ano de 1933, a mando de políticos influentes, pois o governo provisório de Getúlio Vargas não permitia qualquer foco ou reduto organizado que não apoiasse, e o Tanque Novo, sob liderança de Doninha, de cunho religioso do que político, reunia em torno de si seus devotos, que também era membros de seu partido (Constitucionalistas), garantido nas eleições de 1933, a vitoria da oposição, articulada pelos antigos governistas, que investiram no arraial, para sim usa-lo eleitoralmente.

Esse apoio político determinou a força repressiva que destrui o movimento em torno de Doninha, aniquilando assim o "perigo político" da oposição e garantindo, enfim, a supremacia da situação no município.

Nos anos que surgiram, após a consolidação da República, o município teve um total de 12 Intendentes. A partir de 1946, administração municipal passou a contar com o cargo de prefeito, vice-prefeito e Câmara municipal de Vereadores.

É notória a vocação ao turismo ecológico, que pulsa forte no seio do território poconeano. Uma das principais vias de acesso ao Pantanal é a rodovia Trasnpantaneira, com extensão de 143,3 Km, indo até a localidade de Porto Jofre.

Esta via, a MT-060, foi idealizada como representação de progresso e expansão do Estado de Mato Grosso. O objetivo era transformar Poconé num centro irradiador de economia, já que o projeto inicial da rodovia previa sua extensão até o município de Corumbá, no Estado do Mato Grosso do Sul, permitindo escoamento de safras de todo estado matogrossense, possibilitando o transporte fluvial, via Rio Paraguai.

No entanto registros histórico nos dão conta de que tudo não passou de um engodo. O projeto de construção da rodovia Transpantaneira foi realizado sem critério técnico-cientifico adequado, pois, ao cortar o meio o Pantanal, se verificaria um prejuízo incalculável ao ecossistema regional e ao homem pantaneiro. A falta explicita de critérios traduz o imediatismo dos projetos vinculados ao PRODEPAN, na década de 1970.

Outras situações preocupante para os ecologistas, no território do município de Poconé é a retomada da mineração do ouro. A redescoberta de ricos veios auríferos no final da década de 1980, fez ressurgir a efervescência garimpeira do tempo em que surgiu Beripoconé, no século XVIII.

Neste contexto, muitas gente passou a buscar na garimpagem do ouro um meio de sobrevivência, objetivando melhores condições de vida.

Mobilizaram nesta lida os peões e vaqueiros, que deixaram o trabalho no campo pela aventura garimpeira, sem contar empresários e fazendeiros que passaram a capitalizar mais significativos na produção aurífera.

O poconeano é povo de cultura secularmente suas tradições. O cuidado em conservar as características originais das festas, as dança, as comidas típicas, enfim, das tradições que encantam no conjunto de maravilhas culturais do município, são predicados típicos desse povo pantaneiro.

As manifestações folclóricas não ocorrem somente durante as festas de São Benedito e de Nossa Senhora do Rosário – padroeira da cidade. Também são apresentadas num gesto cativo as pessoas que escolhem o município para as suas viagens turísticas.

As comemorações dos festejos folclórico são realizados com missa, churrascos, bailes, danças, comidas típicas e quermesses. Como parte do folclore são cultivado as danças do cururu, siriri, dos mascarado e cavalhada. Como podemos perceber, o município de Poconé é rico pela grandeza cultural, destacando-se ainda os ramos da tecelagem, urubamba, madeira, couro e chifre, crochê e tricô, doces, vinhos e musica.

História do Município de Poconé

Fundada por Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres.

Apesar da precariedade de comunicação da época, a abundância de ouro atraiu muita gente a região. As descobertas das lavra de Ana Vaz, Tanque do Padre, Lavra do Meio, Tereza Botas e outras provocou desenfreada corrida ao ouro.

A ida as minas de ouro deu-se tão logo se espalharam as noticias sobre a quantidade do ouro encontrado. Apesar das dificuldades inerentes à época, não surgiram impedimentos para o crescimento populacional, que contribuiu para a modificação do espaço de povoado e a sua elevação à categoria de arraial, em 21 de janeiro de 1871, com a denominação de São Pedro d’El Rey, em homenagem a Dom Pedro III, rei de Portugal.

A não permanência do termo "Beripoconé", que era referência ao antigo povo indígena que vivia na região, se deve ao fato, obviamente contrariava a hierarquia da realeza e o poder político-econômico-social, enquanto metrópole.

Em decorrência do esgotamento do ouro aluvial, a população garimpeira inicio o processo de abandono do povoado, indo fazer o que bem sabiam em outras regiões. Permaneceu o povo que dedicou-se à agricultura e pecuária, que, por sua vez, propiciou um povoamento mais sedentário e evidentemente um novo surto econômico, importante para o arraial, apesar de sua singularidade para a casta portuguesa, pois visava o abastecimento do mercado interno e, por conseguinte, os lucros provenientes de suas negociações permanecia no lugar. Por isso, é provável que pouco tenha sido o empenho da autoridades lusas em seu desenvolvimento.

Através de Resolução Régia, de 9 de agosto de 1811, o arraial de São Pedro d’EL Rey, foi elevado a categoria de distrito, como território jurisdicionado ao município de Cuiabá.

O Decreto-Lei Provincial, de 25 de outubro de 1831, crio o município de Poconé. Era portanto, o quarto município criado na província de Mato Grosso, tendo seu território desmembrado do município de Cuiabá. Porem permaneceu pertencendo a comarca cuiabana até 1840. Em 01 de junho de 1863, através da Lei Provincial nº01, Poconé recebeu foros de cidade.

À medida que a pecuária poconeana foi sendo desenvolvida, o município passou a ocupar posição de destaque no Estado, tornando-se um dos principais centro produtores de gado de Mato Grosso. Esta seqüência econômica teve seu ritmo interrompido por dois motivos: Guerra do Paraguai e epidemia de varíola, que grassou no município.

Durante o período da Guerra do Paraguai, o município de Poconé, famoso por abrigar um dos maiores rebanhos bovino de Mato Grosso, prestou um grande serviço a nação: forneceu gado e cavalos para o abastecimento das tropas do exercito brasileiro. Esse fato permitiu que o nome de Poconé fosse sinônimo de gente patriótica e de espirito nacionalista.

O gado era vacum e o cavalo, o famoso "Pantaneiro", que no passado serviu de montaria para índios Kadiwés, remanescentes dos guaicurus, célebres cavaleiros. A maioria absoluta de eqüinos que assimilaram o ecossistema pantaneiro, veio da região espanhola de Andaluzia, trazidos por castelhanos, nos porões de navios, para servir em terras do Novo Mundo pertencentes ao Reino de Castela, em meados do século XVI.

Apesar da demonstração de apego às causas nacionais, não foi somente como centro abastecedor de bovinos e eqüinos que Poconé ficou conhecido neste período de movimentação bélica fronteiriça.

O tenente Antônio João Ribeiro, um dos principais heróis da Guerra do Paraguai, nasceu em Poconé, no dia 24 de novembro de 1820. ( "24/11/1823" )

O tenente Antônio João – como ficou conhecido – morreu defendendo sua pátria em uma trincheira no atual município de Dourados, no Estado de Mato Grosso do Sul, na época pertencente a província de Mato Grosso.

Este bravo militar, símbolo da bravura do exercito brasileiro e mato-grossense, comandava a colônia militar de Dourados, no período em que a província foi invadida por tropas paraguaias. Ele e mais onze companheiros resistiram bravamente aos homens comandados pelo major Martins Urbieta _- do Paraguai.

Ficaram registradas nos anais da história as últimas palavras do bravo herói como "...Sei que morro, mas meu sangue e dos meus companheiro servirão de protesto solene contra a invasão do solo de minha Pátria." Em sua homenagem foi erguida na praça Vermelha, na cidade do Rio de Janeiro, comemorativo ao seu ato heróico.

Antes do advento da República, a vida poconeana passava por um período de calma sem maiores transtornos, porem este quadro de tranqüilidade mudou no ano de 1889, quando da proclamação da Republica, os conflitos políticos, entre monarquistas e republicanos abalaram a sociedade poconeana de cunho eminentemente patriarcal. Após a consolidação da Republica, que foi responsável pela solução dos impasses criados pelas contradições entre os poderes executivo e legislativo, resultou o predomínio em três esferas do poder executivo; federal, estadual, municipal, em virtude da disputa pelas oligarquias locais. A partir daí Poconé voltou ao seu processo normal de desenvolvimento, conseguindo reconquistar seu prestigio bi-secular.

Na década de 1930, Poconé mas uma vez destaca-se no cenário político-social-religioso, pela luta do poder entre os constituicionalistas, que formavam o grupo de oposição e os aliancistas, os da situação.

Esse tipo de conflito evidenciou-se no arraial do "Tanque Novo", no território do município de Poconé. Esse lugar foi invadido por forças policiais no ano de 1933, a mando de políticos influentes, pois o governo provisório de Getúlio Vargas não permitia qualquer foco ou reduto organizado que não apoiasse, e o Tanque Novo, sob liderança de Doninha, de cunho religioso do que político, reunia em torno de si seus devotos, que também era membros de seu partido (Constitucionalistas), garantido nas eleições de 1933, a vitoria da oposição, articulada pelos antigos governistas, que investiram no arraial, para sim usa-lo eleitoralmente.

Esse apoio político determinou a força repressiva que destrui o movimento em torno de Doninha, aniquilando assim o "perigo político" da oposição e garantindo, enfim, a supremacia da situação no município.

Nos anos que surgiram, após a consolidação da República, o município teve um total de 12 Intendentes. A partir de 1946, administração municipal passou a contar com o cargo de prefeito, vice-prefeito e Câmara municipal de Vereadores.

É notória a vocação ao turismo ecológico, que pulsa forte no seio do território poconeano. Uma das principais vias de acesso ao Pantanal é a rodovia Trasnpantaneira, com extensão de 143,3 Km, indo até a localidade de Porto Jofre.

Esta via, a MT-060, foi idealizada como representação de progresso e expansão do Estado de Mato Grosso. O objetivo era transformar Poconé num centro irradiador de economia, já que o projeto inicial da rodovia previa sua extensão até o município de Corumbá, no Estado do Mato Grosso do Sul, permitindo escoamento de safras de todo estado matogrossense, possibilitando o transporte fluvial, via Rio Paraguai.

No entanto registros histórico nos dão conta de que tudo não passou de um engodo. O projeto de construção da rodovia Transpantaneira foi realizado sem critério técnico-cientifico adequado, pois, ao cortar o meio o Pantanal, se verificaria um prejuízo incalculável ao ecossistema regional e ao homem pantaneiro. A falta explicita de critérios traduz o imediatismo dos projetos vinculados ao PRODEPAN, na década de 1970.

Outras situações preocupante para os ecologistas, no território do município de Poconé é a retomada da mineração do ouro. A redescoberta de ricos veios auríferos no final da década de 1980, fez ressurgir a efervescência garimpeira do tempo em que surgiu Beripoconé, no século XVIII.

Neste contexto, muitas gente passou a buscar na garimpagem do ouro um meio de sobrevivência, objetivando melhores condições de vida.

Mobilizaram nesta lida os peões e vaqueiros, que deixaram o trabalho no campo pela aventura garimpeira, sem contar empresários e fazendeiros que passaram a capitalizar mais significativos na produção aurífera.

O poconeano é povo de cultura secularmente suas tradições. O cuidado em conservar as características originais das festas, as dança, as comidas típicas, enfim, das tradições que encantam no conjunto de maravilhas culturais do município, são predicados típicos desse povo pantaneiro.

As manifestações folclóricas não ocorrem somente durante as festas de São Benedito e de Nossa Senhora do Rosário – padroeira da cidade. Também são apresentadas num gesto cativo as pessoas que escolhem o município para as suas viagens turísticas.

As comemorações dos festejos folclórico são realizados com missa, churrascos, bailes, danças, comidas típicas e quermesses. Como parte do folclore são cultivado as danças do cururu, siriri, dos mascarado e cavalhada. Como podemos perceber, o município de Poconé é rico pela grandeza cultural, destacando-se ainda os ramos da tecelagem, urubamba, madeira, couro e chifre, crochê e tricô, doces, vinhos e musica.

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